apetece-me viajar para a cidade de algures, entrar pela porta do desconhecido
ficar imune à dor de pensar
ficar pleno na noite que tortura os ossos,
largar o sal que enterra o passado em constante eclipse
largar o sonho, a taquicardia que consome o espírito invisível
de regressar à falsa salvação.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
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