rotinas. habituamos-nos a chegar e ter um cumprimento de luz pelas janelas, um copo cristalino à espera de um toque, uma foto que olha e sorri.
um dia encontramos uma estranheza, um continente de novas artérias imaculadas olhamos para o estirador de toques do tempo
e queremos um eterno - um querer bater mais veloz, um gosto de milagre que perdure nos dedos, no olfacto.
e subitamente o barco afunda-se?
sabemos que o destino foi ferido e da porta para a rua
fecha-se num vácuo
do universo
terça-feira, 28 de abril de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário